Archive for Sabedoria

The Untethered Soul

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https://www.amazon.com/Untethered-Soul-Journey-Beyond-Yourself/dp/1572245379/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1483717433&sr=8-1&keywords=the+unthered+soul

What to do after you have a breakthrough. (You’re going to shrink after you expand, so, listen closely.)

source: http://www.daniellelaporte.com

Threshold, crossed. You got there. After the grinding, the repetitive strain, the cord-cutting, the screams of release, the bliss of relief — the training paid off. Muscle burn got you across the finish line. Soul fire resurrected you. BREAKTHROUGH.

Rebirth happens. The ascension was real. There’s no turning back now. You are true and you ARE new.

Now what? (Because you’re in a new state. And that’s equally awesome and freaky. And you’re about to slip. Which is rough. And ironically, right on course.)

WHAT TO DO AFTER YOU HAVE A BREAKTHROUGH (in this order, give or take.)

Be so very gentle with yourself. Tenderness is essential. Birth requires recovery time. Athletes rest, they heal their blisters and let the lactic acid run it’s course. Soul seekers, you need to be quieter than usual. Let the change bake into your cells. Don’t shout about your revelations yet. Give yourself a few days to calibrate. Watch a movie. Put some rose oil on your third eye. Drink tea. Eat pasta. Head to the ocean. You know, the comfort stuff.

Notice that you’re noticing more now. A paradigm shift is a new way of seeing, so the grass actually looks greener, and you can hear what people are really saying, and yes you ARE looking sexier today. You’re sharper now and you will notice more. Keep it up.

Be prepared for some constriction.

This is really, really important:

Expect to fall back — and be incredibly compassionate when the inevitable slip happens. This is the pattern of really big change: Big expansion. Slight constriction. Return to expansion. Micro constriction. Back to expansion — full, fuller, fullest. Expanded.

You’re learning how to do the new you. You’re reacclimatizing to truth and joy and power. You’ll forget for a minute that you’re more powerful than you have ever been. And you’ll dip into an old pattern or habit. You’ll get all jangled and unnerved by the shit you “thought” you just surmounted. That’s cool. You’re on track. You’re re-confirming your expansion. You may be testing yourself. You may even be trying to sabotage yourself. It’s okay, Love. Because you can step back into your new, bigger size WAY more easily than before. Powering up is getting easier. Can you feel it?

Joy can be unsettling. Power can be terrifying. Newness is a mind trip. That’s all you need to know. It’s not that your breakthrough was false, it’s simply that this is… new. Remember how wobbly you were when you learned to ride a bike? Or the first time you drove fast, alone; or swam in the open ocean? This is new, this is new…this is…awe-awe-AWESOME! Stuttering with your new power doesn’t make it any less real. (Also, your new-found power is not afraid of your learning curve. It’s here to stay.)

Document the transformation. Write out your old-to-new ways of being. “I was hiding and silent. I call all of my power back to me. I saw the truth. I spoke the truth. Now I am visible. I feel power in my voice and visibility. I will speak only truth from now on. I’m truly free. Joy is in the freedom. I will keep bringing my joy to the surface.” Write about the revelation. Write about your new way of doing things.

Now declare that you’ve changed. Write a memo. Change a policy. Tell your most trusted friends about your transcendental experience. Talk about how you died and came back — stronger. Articulate what you let go of. Describe the New, True you.

Replay the breakthrough experience. This is key. There was a process that helped you get to the other side. It can be a simple as the eureka moment you had in the pub, talking it through with your mates; or it was the kundalini that shot up your spine in yoga class; or you smoked some peyote on a vision quest; or you cried it out and saw angels in your living room; or you finally fucking launched, or danced hard, or spoke UP. A breakthrough is a breakthrough. Go back to that magic moment when you woke up and recall how the light filled you. And keep calling on that light. 

Keep pulsing open, into your power, WITH your power.

Focus on opening opening opening. Come on…

Don’t let the flash of insight stay just a flash. Tend it like a fire.

Stay with it. Feed your power appreciation and respect. Root DOWN.

Let the newness turn you on. Remember that your bones are full of throbbing marrow. Your cells are constantly renewing (physiologically speaking, you are not the same human you were seven years ago — all of your cells have turned over.) New is HOT.

Just believe me. Go ahead. Lean on my cosmic troops, they are 34-foot mighty angels and they love to show up. I’m telling you: And it’s impossible to turn back after you’ve seen the light. Stare into your own heart and you’ll know what I mean.

Rebeldia e Revolução

O homem ainda não chegou ao ponto em que os governos possam ser descartados. Anarquistas como Kropotkin são contra o governo, a lei. Ele queria que isso acabasse. Eu também sou anarquista, mas de um modo completamente contrário ao de Kropotkin.

Eu quero elevar a consciência da humanidade até o ponto em que o governo se torne inútil, os tribunais fiquem vazios, ninguém seja assassinado, ninguém seja estuprado, ninguém seja torturado ou molestado.

Vê a diferença? A ênfase de Kropotkin é acabar com os governos. Minha ênfase é elevar a consciência dos seres humanos até o ponto em que os governos passem a ser, espontaneamente, inúteis; até o ponto em que os tribunais comecem a fechar, a polícia comece a desaparecer porque não há trabalho, e é dito aos juízes, “Achem outro trabalho”.

Sou um anarquista de uma outra dimensão muito diferente.Primeiro, deixe que as pessoas se preparem, e então os governos desaparecerão por conta própria.

Não sou a favor de acabar com os governos; eles estão preenchendo uma certa necessidade. O homem é tão bárbaro, tão vil, que, se não fosse impedido pela força, toda a sociedade seria um caos.

Não sou a favor do caos. Quero que a sociedade humana se torne um todo harmonioso, uma grande comunidade em todo o planeta: pessoas meditando, pessoas sem culpa, pessoas de grande serenidade, de grande silêncio; pessoas rejubilando-se, dançando, cantando; pessoas que não querem competir com ninguém; pessoas que descartaram a própria ideia de que são especiais e têm de provar isso tornando-se o presidente da república; pessoas que não sofrem mais de complexo de inferioridade. Então ninguém quer ser superior, ninguém ostenta grandeza.

Os governos evaporarão como gotas de orvalho sob o sol da manhã. Mas essa é uma história totalmente diferente, um enfoque totalmente diferente. Até que chegue esse momento, os governos são necessários.

É muito simples. Se você está doente, precisa de remédios. Um anarquista como Kropotkin quer destruir os remédios. Eu quero que você seja tão saudável que não precise de remédios.

Você automaticamente os jogará fora — o que fará com todos esses remédios? Eles são absolutamente inúteis, na verdade, perigosos; a maioria dos remédios é veneno. Para que você continuará a acumulá-los?

Veja a diferença na ênfase. Eu não sou contra os remédios, sou contra a doença dos seres humanos que faz com que os remédios sejam necessários. Eu gostaria de ver um ser humano mais saudável — o que é possível com a engenharia genética —, um ser humano sem possibilidade de ficar doente porque nós o teríamos programado, desde o nascimento, de modo que ele simplesmente não possa adoecer, teríamos feito arranjos no seu corpo para que ele combata qualquer doença.

Certamente a medicina desapareceria, as farmácias desapareceriam, os médicos desapareceriam, as faculdades de medicina fechariam as portas. Mas eu não sou contra eles! Essa será simplesmente uma conseqüência de uma humanidade saudável.

Eu quero um só mundo, uma só língua, uma só religiosidade, uma só humanidade — e, quando a humanidade tiverrealmente amadurecido, um só governo.

O governo não é algo do qual possamos nos gabar. É um insulto. A existência dele é uma indicação de que você ainda é bárbaro, de que ainda não existe uma civilização; do contrário, para que seria preciso um governo para mandar em você?

Se todos os crimes desaparecerem, se todos os medos de que outras pessoas possam explorar você, assassinar você, desaparecerem, o que você fará com toda essa burocraciado governo?

Você não pode deixar que ele continue, pois ele é um fardo para a economia da nação, um grande fardo, e vai ficar cada vez maior.

Osho, em “Liberdade: A Coragem de Ser Você Mesmo”